sexta-feira, agosto 01, 2008

E Pronto

Hoje aqui no trabalho do (grande) autor houve uma sujeita que foi tao burra ao ponto de enviar uma mensagem pelo sistema interno de mensagens a dizer mal da chefe/coordenadora.
O único senao da brincadeira é que se enganou e, em vez de mandar para uma pessoa específica, enviou para TODA A GENTE.
Incluídos os chefes, claro.

Aqui se transcreve (devidamente traduzida) a missiva:
"Essa gaja? Tens de fazer ao contrário. A essa gaja só tens de lhe dizer o que NAO queres fazer. Porque se tu lhe dizes que queres fazer uma coisa, ela manda-te fazer outra. Porque? Porque é uma vaca."

Como é que é possível ser-se tao incompetente?
"Enviar para: Todos" ?
Nao é perceptível?

Já foi para a rua.

Record mundial, demoraram aí uns 15 minutos a despedi-la.

Longa vida aos trabalhadores sem contrato!

quinta-feira, julho 31, 2008

TOP 7 (este nao tem a Isabel Figueira)

Epá, o (grande) autor nem é nada de colocar aqui o porque das pessoas irem parar ao seu contentor, mas há que divulgar o top 7 das palavras-chave que levaram algumas pessoas a este sítio.

Palavra-chave:
1.
tou nua
2.
conceito de regatear
3.
diálogo de regatear preço
4.
diálogo sobre regatear um preço
5.
nuas por acaso
6.
nus ao acaso
7.
sou boa e tou nua

Bom, quatro em sete sao sobre nus.
Nada mau.
A sétima entao, é espectacular, "sou boa e tou nua", diz muito sobre uma pessoa.
O (grande) autor escreveria "tou nu, fujam todos", mas alguém que escreve "sou boa e tou nua" tem bem definido o que quer e como o conseguirá.
Um aplauso.
Já a quinta e a sexta, "nuas por acaso/nus ao acaso", nao faz muito sentido.
Nao se consegue imaginar que alguém fique nu por acaso.
A nudez é sempre uma coisa propositada, a menos que se esteja com pouco sangue no álcool e a falta de discernimento possa ser considerada factor casual que leva à desnudez.
Enfim.
A segunda, terceira e quarta palavras-chave devem ter sido escritas por alguém que estava a preparar-se para um sábado de manha na feira da ladra.
Sim, é uma actividade que requer treino diante do espelho, sendo um diálogo bem preparado meio caminho andado para conseguir levar para casa um prato com a cara do Eusébio por 1,50€, umas cuecas fio dental com marca de derrapagem (aimeudeus) por 0,30€ ou um escorredor por 0,10€.
Concluindo, dadas as palavras-chave apresentadas no top 7, este bunker deve ser um antro de textos sobre pessoas nuas e boas, que às vezes ficam nuas por acaso, que sao umas forretas e adoram regatear.

Ps - para verificar, basta colocar "tou nua" no google e ver os resultados.

quarta-feira, julho 30, 2008

Exercício Barcilónico

O novo exercício abdominal efectuado no trabalho pelo (grande) autor consiste em chegar-se para a frente na cadeira com rodas, quando a colega de 150kg tem de passar entre a cadeira do (grande) autor e a parede.

terça-feira, julho 29, 2008

La Lavadora De La Muerte

Vem o (grande) autor por este meio agradecer publicamente (por ordem alfabética e não de musculatura) aos seguintes:

+ Barbudo
+ Mike
+ Serginho

De dizer que, não fossem estes homens com "O" grande, aquele bicho de 7549 kg não tinha subido 4 andares sem elevador.
De salientar ainda que, dado o calor que se faz sentir na Barcilónia, o cheiro a morto fez-se sentir desde o 1º degrau até ao final da brincadeira.
Mas valeu a pena.
Porque se um gajo não vai ao ginásio ao menos que carregue uns electrodomésticos de quando em quando.

Obrigadinho, ó chefes.

domingo, julho 27, 2008

Um Tiro Na Cabeça Se Faz Favor

Perguntou uma rapariga chilena ao (grande) autor, antes de apanhar o avião para Lisboa:
"Olha, quando chegar lá, onde é que eu posso ir trocar Euros pela vossa moeda?"

A resposta dada foi:
"Aaaa... nós também somos da União Euopeia..."

A resposta pensada foi:
"Aaaa.... espero que o teu avião caia, mas antes de entrar em território aéreo português."

sábado, julho 26, 2008

Ontem Numa Festa

O (grande) autor - Olha-me para aquele gajo, já nem dança nem nada.
O amigo - Porquê? Já tá muito bêbedo?
O (grande) autor - Não, tá é numa cadeira de rodas.

quinta-feira, julho 24, 2008

Epá (não é o gelado)

Acabou o (grande) autor de ler na internetxi que:

"O ex-coordenador da investigação do desaparecimento de Madeleine McCann no Algarve sustenta que a criança inglesa morreu no apartamento onde passava férias com os pais, que diz serem suspeitos de ocultar o cadáver depois de um "trágico acidente". A conclusão está no livro "Maddie - a verdade da mentira" escrito pelo antigo inspector da Polícia Judiciária (PJ) Gonçalo Amaral, que vai ser lançado amanhã em Lisboa."

Perante esta barbaridade sem explicações... há que questionar:

Pontnumarum - Epá, o que é esta merda?

Pontnumarudois - E quando sair o filme, o Stendanavenjen fará de Gonçalo Amaral?

Pontnumarutrês - Para quando um livro da (grande) autoria?

quarta-feira, julho 16, 2008

Um Trolha Barcilónico

Há uns dias pediu o (grande) autor ao senhor que manda cá no prédio que viesse um trolha consertar o autoclismo, que insiste em perder água, o que provoca câncâro no meio ambiente e uma leve irritação às pessoas não-surdas.
Hoje chegou o homem, sem pré-aviso.
De manhã, pelas 10h30, tocaram à porta com aquele badalo de vacas que existe no centro da porta e já não era usado desde 1913.
PAM PAM PAM PAM!
Não se está a chamar a Pamela Anderson, é apenas uma tentativa de explicar por palavras o som que o homem conseguiu produzir.
Bom, aberta a porta ao homem, entrou o cheiro a bagaço.
Em duas palavras, im pressionante.
"Como é que é possível este sujeito estar na vertical", pensou o (grande) autor.
E mais, além de se aguentar de pé, o homem ainda por cima conseguia andar e tudo.
Lá examinou o bicho ferido, dizendo que era só 39384'0002u3nfkfmdjsia9u29ehpiqu923##%jisdcjis"nih4n4.
Não percebeu o vosso amigo uma palavra do que o homem expeliu pelo traga-bagaço.
No final, para rematar para golo, prometeu voltar para arranjar a cena.
Reproduz-se agora o diálogo final:

- Então, venho cá mais ou menos na segunda ou na terça para arranjar isso.
- Ok, mas então como é que eu sei quando vem o senhor? Tem o meu número?
- Naaaa, eu sou dos antigos, não tenho nem número de casa nem telemóvel.
- Então mas como é que eu sei quando é que o senhor cá vem??
- Então...esteja cá em casa.
- Então mas e quando é que acha que vem mesmo?
- Oh jovem, já lhe disse, ou venho na segunda, ou na terça.

E prontos, derivados a esta situação, estará o (grande) autor em casa entre as 00h01m de segunda e as 23h59m de terça.

segunda-feira, julho 14, 2008

As Bonecas Insufláveis Pagam Bilhete No Metro?

Aqui fica uma (grande) questão.
Provocada por uma situação vivida há uns dias, no interior de uma carruagem do metro barcilónico, por volta das 5h da matina.
Estava o (grande) autor bem acompanhado, quando entram no "vagão" (segundo o acuerdo ortiogriáfico) três senhores acompanhados por uma boneca insuflável negra.
Toda inchada, a boneca não descansava, saltando de colo em colo, sempre com uma expressão de espanto, como se nunca tivesse andado de metro.
Ainda por cima ia nua, arriscando uma pneumonia das valentes.
Os três senhores, todos à volta dos 45 anos de parvoíce e frustração pessoal, estavam a adorar a brincadeira.
Sem uma pinga de álcool no sangue, vibravam com os seus 15 segundos de fama.
A boneca, lá ia saltando de braço em braço, agarrando-se aos postes e deslizando.
Sempre com aquela expressão de espanto, de boca aberta e olhos esbugalhados.

Nota mental: começar a andar com alfinetes nos bolsos.

sábado, julho 12, 2008

Fazojum-ano

Pode parecer o nome dum prato brasileiro ou cabo-verdiano, mas não.
Fazojum-ano significa, em grandautorês, que o pai do gajo morreu há um ano.
Um ano.
Parece que foi ontem, caramba.
Sempre que toca o telefone, a primeira reacção é a de pensar que lá no quinto-do-caraças para onde os mortos vão, finalmente a PPT (P...-da-PT) instalou uma linha de telefone decente.
Mas não, nunca é ele.
Porque os mortos não têm moeda de troca e, como tal, não conseguem pagar à PPT que lá instale uma linha.
Filhos duma PPT.
Bueno, tudo isto para dizer mal da PT e, já que vem ao caso, dizer que as saudades corroem as pessoas por dentro.
A droga, ao pé das saudades, é benuron 250.
Por isso, mais vale aproveitar enquanto por cá se anda porque, depois de bater as botas, um gajo não sabe em quem é que tem de bater para conseguir falar com as outras pessoas.
E isso custa.
Muito.
Muito mais que uma assinatura da PT.

quinta-feira, julho 10, 2008

Novidades Barcilónicas

"BOM", já dizia o professor martelo, há novidades na costa mediterrânica.
O (grande) autor arrendou um casebre, conjuntamente com sua pareja, em plena Barcilónia.
Há umas duas semanas em mudanças e instalações, limpanças e desinfestações, finalmente veio hoje o "cable guy" instalar a conexão à internétxi.
Finalmente, pelmordjideuz, que um gajo sem a porra da internétxi já nem sabe mijar de pé como manda a lei.
Porra.
Porra.
Puorra.
Assim, já com as águas mais calmas, com o documentário feito e estreado (com o maior sucesso, claro) e um tecto sobre o (grande) cérebro, a coisa está-se a compor.
Assado, a partir de agora espera-se alguma regularidade nos escritos (para desespero dos leitores), com mais historinhas da carochinha de como vai a vidinha na Barcilónia.
Para terminar, de frisar que o mestre já largou aquela história das camisas, que a função de engomar e dobrar, pendurar e apanhar do chão, era demasiado stressante.
A ver se agora se arranja um trabalho num circo romeno, a pôr a cabeça dentro da boca de um leão, que é capaz de ser mais interessante, pese embora o cheiro a carne de gnu crua.

sábado, junho 28, 2008

Furto na Barcilónia

Entre câmbios e mudanças
Trocas e baldrocas
De casa em casa andando
Em busca de outras tocas

O (grande) autor foi deixando
Pertences em casas alheias
Desde máquinas fotográficas
A ceroulas e algumas meias

Ora ontem na mudança final
Foi o mestre em busca de seus objectos
Para chegar ao local do crime
E notar a falta de alguns patecos

Não se sabe o autor do tal
Mas já se viu que grande coisa não é
Porque quem leva coisas que não são suas
Merece que lhe cortem um pé(nis)

Faltam umas Birkenstock
E um telemóvel com 3 cartões
Mais uma máquina fotográfica
Um banho de materiais lesões

Por isso vem ele por este meio
Dirigir-se a todos os seus conhecidos
Comunicar que deixou de ter contactos
E que perdeu alguns amigos

Assim, pelamordjideus
Enviem os vossos números ao (grande)
Porque senão o gajo está só no Mundo
E talvez da ponte ainda s'amande

Para concluir esta historinha
Gostava de saudar quem cometeu o acto
E dizer-lhe que um dia pagará
E que pelo rabo lhe subirá um cacto.

quarta-feira, junho 18, 2008

O (grande) Apreciado

O (grande) autor é, sem dúvida, um jovem muito apreciado pela comunidade homosexual masculina mundial.
Depois de vários assédios em Lisboa, chegou o momento da internacionalizaçao dos mesmos.
Há umas semanas, ao entrar num espaço de diversao nocturna, o (grande) autor foi apalpado por um senhor com os seus 50 anos.
Para nao obrigar o tal senhor a entrar nos cuidados intensivos do hospital mais próximo, o vosso amigo nada fez, limitando-se a afastar-se do homem.
Homem que, de qualquer das formas, tem bom gosto, claro.

Ontem pela tardinha, decorreu mais um assédio, desta feita, verbal.
Num estabelecimento da funçao pública, um dos empregados perguntou quem é que ali estava para qualquer-coisa-que-para-o-caso-nao-interessa-nada.
O vosso amigo respondeu que estava.
O funcionário, entao, com um fiozinho de baba a escorrer pelo canto direito da boca, contesta:
- Olhe, ainda está esta senhora à sua frente e estamos quase a fechar, por isso nao sei se o consigo atender. Mas se me levar a jantar, posso responder-lhe às perguntas que quiser.

Enfim.

quinta-feira, maio 29, 2008

El Acuerdo Ortiogriáfico

Hola, carus leitôres.
El (grande) auctor, numa haltura en que tanto se habla du acuerdo ortiogriáfico, quer deichar aqui uma ssujestão.
E pruque não haumentar ainda más a habrangessia do acuerdo i aglutinar tamém houtras línguas y até maneiras de hablar?
Podiaçe juntar ao acuerdo o castellano, o parolo y o saloio.
Açim podiasse escrever como çe quizeçe, que nunca íría estár erradu.
E todos ficávamus muitu más com temtes.
Os portugueses, us brasileiros, os espanhóis, us parolos, os saloios, os que naum sabem escrever cem errus i aimda muitu más jente, de certesa.
É çó uma sujerenssia, mas póde ser que péguê.
Vamus lá pessual, a poi ar a noça nóva mega-língua, póde çer que até se paçe â aplicar au Allgarve e tudo.
Mazaí tinha-mos dia a-daptar aos ingleses tamém, o que era mais com-plicadu.

Ah, mas mais imprutante:
Forssa Portugau!
Vivó Êuro dôis mili ôito, vamus gañar!

quarta-feira, maio 28, 2008

Camisas Barcilónicas

O (grande) autor descobriu a sua vocaçao.
Bom, se nao a sua vocaçao, pelo menos algo que serve para ganhar uns trocos sem fazer muito e, mais importante, sem se cansar.
Porque isso do cansaço faz mal à gente, já se sabe.
E o trabalho, ui, nem se fala.
Entao, dado trabalhar numa loja de roupa que tem muitas camisas, e dado que as camisas tem de estar sempre engomadinhas, o (grande) autor dedica-se agora a engomar as ditas.
E sentado.
Ah pois é, que de pé dá dor nas costas e cansa.
E o cansaço?
Faz mal à gente, claro.
Assim, das 16 horas que o vosso engomador trabalha por semana, 10 sao passadas sentadinho, confortável, a engomar.
Porém, alguém replicou que era um trabalho triste.
Replica o engomas que triste é, já de avanço, trabalhar numa loja de roupa.
Assim, há que atenuar o nível de tristeza e fazer com que as horas passem mais depressa.
E, já agora, o leitor ouviu falar daquele trabalho que alguns homens executam, que é o de aparafusar parafusos (podiam ser pregos, mas sao mesmo parafusos) na ponte 25 de Abril, por causa da vibraçao?
Chegam ao fim da ponte e tem de recomeçar no sentido contrário, porque com a vibraçao provocada pelos pópós e pelo pouca-terra, já os parafusos se recomeçaram a soltar.
Engomar camisas nesta loja é o mesmo.
Chegar ao fim e recomeçar, porque em 10 minutos um cliente consegue mexer em pelo menos 57 das 170 camisas expostas.

segunda-feira, maio 26, 2008

Uma Questao Sem Importancia Alguma

Adverte-se que o nível de interesse do texto que se segue roça a pedra da calçada.

O (grande) autor tem uma questao, muito provavelmente derivados de estar a utilizar a internétxi de uma biblioteca púbica. Pública, perdao.
Porque é que nos filmes sobre assassinos em série (geralmente norte-americanos) os assassinos (serial, para os amigos) sao quase sempre apanhados porque usaram a internétxi de uma biblioteca pública para pesquisar livros sobre satanás, jornais góticos ou ver pornografia de baixa qualidade?
Nao é sempre, mas há uma tendenciazinha para que sejam identificados, localizados e mais coisas acabas em "ados" por causa de terem ido pesquisar no google como "matar; silenciosamente; biblioteca; universidade; mamas grandes" num computador de uma biblioteca pública.
Depois vem o Tommy Lee Jones, o Morgan Freeman ou quem quer que tenha entrado ao serviço naquele dia e apanha o serial porque ele se lembrou de comprar um bisturi no e-bay com o próprio cartao de crédito.
Será que um gajo nao tem dinheiro para um ADSLzinho, uma netcabo, uma coisa em condiçoes?

quinta-feira, maio 22, 2008

Porteira Barcilónica

Hoje, pela primeira vez na sua (pequena) vida, o (grande) autor deu o devido valor ao conceito "porteira".
Nunca mais digam que as porteiras sao cuscuvilheiras, que se metem na vida dos condóminos, que andam sempre de bata azul e roxa e de chaves na mao.
Bom, a parte da bata e das chaves podem dizer, que faz parte da sua profissao.
Sim, porque ser porteira é uma profissao, e de orgulho.
Quem dera ao (grande) autor poder responder que "porteiro" é a sua profissao.
E a razao de tanta admiraçao por um dos seres mais desprezados pela sociedade condominense?
Bom, o (grande) autor saiu hoje de casa, atrasado, claro está, quando já ninguém estava em casa, estando 80% dos seus roomies "de fim-de-semana".
Fechou a porta apenas para, no milésimo de segundo seguinte, notar que nao tinha as chaves, derivados ao facto de as ter deixado dentro de casa.
De uma inteligencia superior, como se pode constatar.
Assim, desesperado e sem o telefone da única companheira de casa que nao foi "de fim-de-semana", já ponderava o (grande) parvo arrombar a porta.
Nisto, lembra-se o gajo que aquele prédio tem porteira.
Tentar é como pedir e como ganhar o euromilhoes, nao custa nada.
Entonces, lá foi o bacano falar com a porteira, perguntar-lhe se por acaso nao lhe poderia dispensar meio conto...aaahhh...uma chavezinha extra.
E nao é que a porteira, cumprindo todos os requisitos de porteira menos a bata (hoje deveria ser casual-thursday) diz ao um quase-choroso que tem uma chave extra.
Extase, júbilo, alegria, Benfica-campeao.
Uff, porta nao arrombada, chave própria no bolso e de novo de saída, mais atrasado ainda, claro.
Concluindo, a partir de hoje, o leitor há-de olhar para a sua porteira com outros olhos e, inclusive, passar a fazer-lhe olhinhos.
Porque as Donas Palmiras, as Donas Fernandas e as Donas Joaquinas merecem.

quarta-feira, maio 21, 2008

Parabienes


Hoje, se o pai do (grande) autor fosse vivo, faria 51 anos.
Parabienes, cámané.

terça-feira, maio 20, 2008

Questionário da Moda

O (grande) autor geralmente nao gosta deste tipo de questionários, mas este até é algo interessante, sem ser muito revelador da própria pessoa.
Como dizia o (grande) pai, "é uma teoria, como qualquer outra."

Um mês seria: Agosto, por Pinheiro de Lafoes e a praia.
Um dia da semana: Sexta, pelas jantaradas.
Um número: 10, como o Maestro.
Um planeta: Terra, aquele que andamos a ver se cai num buraco negro.
Uma morada: Estádio do Sport Lisboa e Benfica, Av. General Norton de Matos, 1500, Lisboa, Portugal.
Um móvel: uma escrivaninha, onde se escrevia antes de haver estas coisas da internétxi.
Um líquido: água, quando se tem sede; coca-cola, quando nao se tem.
Um pecado: gula, por todos os buffets que há no mundo. Ainda ontem o (grande) jantou num.
Uma pedra: mármore, porque é pesado como tudo, apesar de nao parecer.
Um metal: ferro enferrujado, pelo risco do tétano.
Uma árvore: Pinus Pinea L, mais precisamente um que está em frente ao Museu da Marinha de Lisboa.
Uma fruta: a laranja, pelos sumos de laranja ao pequeno-almoço, a melhor cena que existe.
Uma flor: malmequer, bem-me-quer.
Um clima: um que permita andar de chinelos o ano todo.
Um instrumento musical: a bateria, o instrumento mais fixe que há.
Um elemento: a água, como a água salgada da praia do M. .
Uma cor: vermelho pelo Benfica, amarelo pelo geral.
Um animal: o cao, o melhor amigo do seu pior inimigo.
Um som: 3000 vozes no estádio da Luz a cantar em uníssono o mesmo cantico.
Uma canção: entre muitas diferentes, uma mais recente, "I Am a Vampire" da banda sonora do Juno, um dos melhores filmes do ano.
Um perfume: Elements Aqua, Boss.
Um sentimento: Esperança, para o ano é que é.
Um livro: "Diário da Pampilónia", porque é simplesmente espectacular.
Uma comida: rolo de carne em casa dos (grandes) tios, num domingo.
Um lugar: praia do M., sem pessoas, com muito Sol e muitas ondas.
Um gosto: o que fica na boca depois de lá passarem gambas al ajillo.
Um cheiro: o que sai de um padaria qualquer.
Uma palavra: "Olá", porque é o início de tudo, bom ou mau.
Uma expressao: "foda-se", porque é uma expressao, literalmente, libertadora.
Um verbo: falar, porque a falar é que a gente se entende.
Um objecto: o caderninho preto que vai sempre no (grande) bolso, para anotar as parvoeiras de que se lembra.
Uma peça de roupa: o fato-de-banho, pela sua polivalencia.
Uma parte do corpo: uns bonitos seios, sejam de homem ou mulher, para nao haver discriminaçoes.
Um filme: Indiana Jones e os Salteadores da Arca Perdida.
Uma forma: redonda, como a barriga de um verdadeiro homem.
Uma estação: Verao, pela praia e pelo Sol e pelos chinelos e pelo fato-de-banho e pelos seios alheios.
Uma frase: "A vida sao 2 dias e o carnaval sao 3".

E pronts, agora quem quiser faça-o também, tra la la.

segunda-feira, maio 19, 2008

Novidades Barcilónicas

Isto anda complicado, a modos que a no último mes se passaram vários episódios (todos agradáveis ou quase, balha-nos isso) que nao permitem a regularidade dos relatos por parte do (grande) autor.
Primeiro, a quase mudança de casa.
Encontrar um poiso onde viver estabilizadamente está-se a revelar um processo mais complicado que o que inicialmente se pensava.
Muitos buracos escuros, muitas mansoes milionárias, mas nenhum meio-termo que se coadune com o (grande) bolso.
Em segundo lugar, o documentário.
Finalmente acabado, terá a sua estreia em breve em alguma sala da Barcilónia.
Um resultado final muito positivo, tendo o (grande) autor sido responsável por qualquer tipo de som que se ouça no dito.
Em terceiro, a falta de internetxi disponível a qualquer hora.
Num quarto alugado numa casa de amigos de amigos, a internet chega, ou nao, dependendo do vizinho e sua própria ligaçao.
Assim, há umas duas semanas que o vizinho está armado em mete-nojo e nao nos proporciona sequer um fiozinho de sem fios.
Por isso neste momento está o vosso na escola, a escrever num teclado espanhiolé, sem acentos e mais que tais.
Promentendo notícias em curto espaço, este gajo vai continuar a usar a internetxi, mas agora para ver casas para arrendar, no www.loquo.com , a salvaçao de muita gente nesta cidade.
Inté.
 
origem