Vindo o (grande) autor do homónimo concerto da Kimya Dawnson, Carl Blau e Angelo Spencer, uma questão se levanta.
O público, por variadas vezes, era encorajado a acompanhar o artista com umas batidas vocais e uns agudos porreiros.
Porém, noutros momentos, sem solicitação vinda do palco, o público insistia em acompanhar a música com palmas, ao ritmo da canção.
O que levou a alguns "sshhh" por parte de alguns espectadores.
E é essa a questão.
Deverá o público interferir com o desempenho do artista, batendo palmas, participando no espectáculo?
Porque, sem dúvida, tal atitude deixa o artista confortável, sente que a assistência está a gostar, a apoiar e a participar.
No entanto, as palmas prejudicam por vezes, de facto, a musicalidade e o momento musical.
Morte às palmas
intramusicais?
Enfim, uma questão sem resposta, como tantas outras.
Kimya Dawson