Há 4 meses
domingo, outubro 11, 2009
sábado, outubro 10, 2009
Zé Povinho - A Viver A Vida Dos Outros Desde Mil Oitocentos e Trocopasso
"Sábado, dia 10 de Outubro. Dia de ter esperança, de acreditar e ter ambição, de ter paciência, de atacar e defender, de ter espírito de grupo. Dia de mobilização colectiva de um país que quer estar no Mundial. Quer se queira quer não, o jogo de Portugal começa às 19h, no Norte da Europa, na Dinamarca, e só termina às 22h30m em Lisboa, no Estádio da Luz."
Como dizia o Jorge Perestrelo, antes de se calar para sempre, apagado por um ataque cardíaco na sequência dum jogo emotivo do seu (dele) Sporting, "é disto que o meu povo gosta".
in zerozero.pt
Como dizia o Jorge Perestrelo, antes de se calar para sempre, apagado por um ataque cardíaco na sequência dum jogo emotivo do seu (dele) Sporting, "é disto que o meu povo gosta".
terça-feira, outubro 06, 2009
Maria, Já Te Disse Para Não Ires Com As Outras
Leu o (grande) autor por aí que
Os desistentes nunca vencem.
Os vencedores nunca desistem.
É uma boa expressão.
Só falta a procrastinação permitir que ela entre na boca do povo.
Os desistentes nunca vencem.
Os vencedores nunca desistem.
É uma boa expressão.
Só falta a procrastinação permitir que ela entre na boca do povo.
segunda-feira, outubro 05, 2009
domingo, outubro 04, 2009
As Mulheres Histéricas
Segundo uma amiga psicóloga, analisando o comportamento, "ela é daquelas que diz para os rapazes saltarem para a piscina e depois a piscina não tem água."
Frase do ano 2009.
Frase do ano 2009.
sábado, outubro 03, 2009
Não Jantar Emagrece. Mas Também Mata.
Temos de ajudar humanos a sério a defender os animais da vergonha (des)humana.O (grande) autor já ligou.
Descontam 0,72€ do saldo.
Menos que uma coca-cola.
Menos que jogar no euromilhões.
Menos que um café, em muito locais.
Menos que o parquímetro.
Menos que ligar para uma linha erótica.
Imaginem lá, não terem jantar à vossa espera logo à noite.
sexta-feira, outubro 02, 2009
Diário de Uma Despedida de Solteiro
17h - A rapaziada começou a chegar ao "monte dos vendavais - despedidas de solteiro", em Massamá, onde vai ter lugar o torneio de paintball. Que espectáculo, paintball, faz lembrar balões de água mas mais pequenos e com tinta e que se acertam num olho cegam um gajo. Tou com uma vontade de mandar uns tiros no Antunes... não posso com o tipo.
17h10 - Finalmente chegou o meu padrinho. O meu melhor amigo, o Bilas. O Bilas é que organizou esta merda toda. O gajo é altamente. Aposto que vai meter meninas ao barulho, eheh. A minha Martinha não gosta do Bilas, desde aquela vez que ele apareceu lá em casa de tronco nu às 4h da manhã e com duas das mais caras debaixo do braço. Porra, ele não precisava de dizer à Martinha que uma delas era para mim. Mas o gajo já tava todo grosso, eheh, um espectáculo.
17h30 - Começou o torneio. Que lindo. Olha o Antunes ali... vou filar o gajo mesmo nos tomates.
17h32 - Acabou o torneio. Aparentemente o Antunes tem uns tomates de vidro. Quando chegar o INEM seguimos para a próxima etapa do último dia da minha vida como homem livre. O tiro ao alvo com armas de paintball. Estes gajos organizam cenas altamente. Mesmo à homem.
18h - Acabou-se esta merda do tiro ao alvo, isto é para maricas. Vamos todos mas é mamar umas ali ao bar da escola de Paintball, ver se há lá uns canhões para a gente mandar uns tirinhos a sério, eheheh.
17h10 - Finalmente chegou o meu padrinho. O meu melhor amigo, o Bilas. O Bilas é que organizou esta merda toda. O gajo é altamente. Aposto que vai meter meninas ao barulho, eheh. A minha Martinha não gosta do Bilas, desde aquela vez que ele apareceu lá em casa de tronco nu às 4h da manhã e com duas das mais caras debaixo do braço. Porra, ele não precisava de dizer à Martinha que uma delas era para mim. Mas o gajo já tava todo grosso, eheh, um espectáculo.
17h30 - Começou o torneio. Que lindo. Olha o Antunes ali... vou filar o gajo mesmo nos tomates.
17h32 - Acabou o torneio. Aparentemente o Antunes tem uns tomates de vidro. Quando chegar o INEM seguimos para a próxima etapa do último dia da minha vida como homem livre. O tiro ao alvo com armas de paintball. Estes gajos organizam cenas altamente. Mesmo à homem.
18h - Acabou-se esta merda do tiro ao alvo, isto é para maricas. Vamos todos mas é mamar umas ali ao bar da escola de Paintball, ver se há lá uns canhões para a gente mandar uns tirinhos a sério, eheheh.
19h40 - Já tamos todos aviadinhos, espero que não haja operações stop agora ao fim da tarde. Vamos embora para a Portugália de Arroios. O granda Bilas mandou fechar aquilo só para nós. Assim é que é, um bifinho com molho antes de irmos provar a carne do dia, eheheh.
22h50 - Meu deus, já não consigo comer nem mais um tremoço. Esta cerveja da Portugália é mesmo boa. E as empregadas, sim senhores, é com cada bifinho de alcatra, eheheheh. Vamos para a Passerelle daqui a bocado, aí é que vai começar a noite a sério, porra. A Martinha que se cuide. A ver se peço ao Bilas para me orientar umas camisinhas...Senão olha, espero que aquilo seja limpinho.
terça-feira, setembro 29, 2009
A Possibilidade da Repetição
Chegou o (grande) autor à conclusão de que, arriscando-se a inventar a pólvora, se deve viver algumas ocasiões como se da última vez se tratasse.
Roça o Carpe Diem, mas mais concretamente, concretando o concreto.
Se uma pessoa for à praia do Castelo e pensar, "hoje é a última vez que venho à Praia do Castelo", a coisa muda de figura.
Ou "hoje é a última vez que como bitoque".
Ou "hoje é a última vez que vou passear com a minha namorada".
Ou "hoje é a última vez que vou ver o Benfica ao estádio".
Porque o que (na maioria das vezes) retira o valor às coisas é a pessoa achar que poderá repetir o que está a fazer.
Em muitos casos, a possibilidade da repetição leva até a que a pessoa deixe de fazer qualquer coisa porque "posso fazer noutra altura".
Assim, se nos colocarmos na perspectiva de que é a última vez que temos a oportunidade de fazer isto ou aquilo, vamos desfrutar muito mais.
Sem exageros, não se vai agora beber coca-cola como se fosse a última vez, até porque com a emoção podem subir os piquinhos ao nariz e depois é desagradável.
Mas ir ao campo e desfrutar da paisagem e da companhia como se fosse a última vez.
Pensar que nunca mais poderemos pisar a erva descalços leva-nos a querer caminhar sobre a erva e, de facto, senti-la entre os dedos dos pés.
Enfim, como dizia alguém que já não está cá para o verbalizar, "é uma teoria, como qualquer outra".
Roça o Carpe Diem, mas mais concretamente, concretando o concreto.
Se uma pessoa for à praia do Castelo e pensar, "hoje é a última vez que venho à Praia do Castelo", a coisa muda de figura.
Ou "hoje é a última vez que como bitoque".
Ou "hoje é a última vez que vou passear com a minha namorada".
Ou "hoje é a última vez que vou ver o Benfica ao estádio".
Porque o que (na maioria das vezes) retira o valor às coisas é a pessoa achar que poderá repetir o que está a fazer.
Em muitos casos, a possibilidade da repetição leva até a que a pessoa deixe de fazer qualquer coisa porque "posso fazer noutra altura".
Assim, se nos colocarmos na perspectiva de que é a última vez que temos a oportunidade de fazer isto ou aquilo, vamos desfrutar muito mais.
Sem exageros, não se vai agora beber coca-cola como se fosse a última vez, até porque com a emoção podem subir os piquinhos ao nariz e depois é desagradável.
Mas ir ao campo e desfrutar da paisagem e da companhia como se fosse a última vez.
Pensar que nunca mais poderemos pisar a erva descalços leva-nos a querer caminhar sobre a erva e, de facto, senti-la entre os dedos dos pés.
Enfim, como dizia alguém que já não está cá para o verbalizar, "é uma teoria, como qualquer outra".
segunda-feira, setembro 28, 2009
domingo, setembro 27, 2009
Dormir Na Cama Dos Outros
Apresenta-se incrível,
Bastante deprimente e deplorável que mais uma vez tenha
Sido evidente como é pesado o cu dos portugueses para
Terem uma atitude que demonstre verdadeiramente
Essa pseudo-vontade de mudar as coisas.
Não é sentadinho na cadeira de verga que se
Çonsegue que a situação mude.
Ãdmiram-se e queixam-se depois, como é bem de ser português.
Obvio é que, para ver a selecção dos Palops jogar, haverá gente a sair mais cedo do trabalho.
Bastante deprimente e deplorável que mais uma vez tenha
Sido evidente como é pesado o cu dos portugueses para
Terem uma atitude que demonstre verdadeiramente
Essa pseudo-vontade de mudar as coisas.
Não é sentadinho na cadeira de verga que se
Çonsegue que a situação mude.
Ãdmiram-se e queixam-se depois, como é bem de ser português.
Obvio é que, para ver a selecção dos Palops jogar, haverá gente a sair mais cedo do trabalho.
quarta-feira, setembro 23, 2009
sábado, setembro 19, 2009
-2
Há a informar que (tentar) lavar e limpar o chão de uma garagem onde estacionam carros todos os dias é a concretização da famosa expressão "once you go black, you never turn back".
terça-feira, setembro 15, 2009
Love Thy Neighbour
Numa festa no sábado passado, o (grande) autor, pelas 2h30 da manhã, conversava com o anfitrião, que lhe dizia:
"Epá, estou espantado com a boa onda dos meus vizinhos... Nem vêm cá reclamar com a música nem nada..."
Claro que, passados uns 20 minutos, sem qualquer tipo de aviso, apareceu a polícia.
.
"Epá, estou espantado com a boa onda dos meus vizinhos... Nem vêm cá reclamar com a música nem nada..."
Claro que, passados uns 20 minutos, sem qualquer tipo de aviso, apareceu a polícia.
.
domingo, setembro 13, 2009
sexta-feira, setembro 11, 2009
Boa Tarde e... Boa Sorte!
Ontem teve o (grande) autor de recorrer a um desses números verdes de apoio ao cidadão, disponibilizados pelo Estado.
O mesmo Estado a quem pagamos os impostos, sim.
O número verde era, nomeadamente, o do portal das finanças.
Sim, o 707 206 707.
Bom, desde o início da conversa com a D. Arménia (às tantas a berraria entre funcionárias era tanta que uma deixou escapar o nome da outra) que a coisa não ia bem.
Porque, já se sabe, o funcionário público, quando confrontado com um problema relacionado com informática, não hesita e define o mesmo como sendo um "bug do sistema".
E daí não sai.
- Ah, isso é um bug do sistema...
- Mas oh minha senhora, hoje é o último dia para entregar ...blablablabla... não há forma de chamar aí um técnico que resolva isso?
- Ah, pois... isso é um bug do sistema.
- Sim, mas e técnicos, não há?
- Pois pois, mas isso é de certeza um bug do sistema...
- Ok, já se percebeu, mas chame lá aí o técnico que isto já aconteceu a outras pessoas de certeza...
- Mas isto já são quase horas de fecho, o técnico já não cá está...
- Então mas no site o vosso horário é até às 19h30m...
- Pois, isso é um bug do sistema...
- E são 18h50m!!!
- ....
Um bug, dizia ela.
Nitidamente um daqueles casos em que a D. Arménia tinha aprendido uma palavra nova e estava a adorar repeti-la, mesmo que já não fizesse sentido.
Bom, a coisa lá se resolveu, não por causa da ajuda da D. Arménia nem suas compinchas, mas através do sangue suor e muitas lágrimas do (grande) autor.
No final da odisseia, a D. Arménia ainda suspirou um "Então boa tarde... e boa sorte!"
E pronts.
Um gajo sabe que está entregue aos bichos quando até o funcionário que o "Estado" coloca à disposição do cidadão para o ajudar lhe deseja boa sorte.
"Boa sorte" é o mesmo que um "epá tás mesmo f..., mas eu não posso, nem sei e, principalmente, não quero fazer nada para te ajudar."
Obrigado, serviço público.
E obrigado, D. Arménia.
O mesmo Estado a quem pagamos os impostos, sim.
O número verde era, nomeadamente, o do portal das finanças.
Sim, o 707 206 707.
Bom, desde o início da conversa com a D. Arménia (às tantas a berraria entre funcionárias era tanta que uma deixou escapar o nome da outra) que a coisa não ia bem.
Porque, já se sabe, o funcionário público, quando confrontado com um problema relacionado com informática, não hesita e define o mesmo como sendo um "bug do sistema".
E daí não sai.
- Ah, isso é um bug do sistema...
- Mas oh minha senhora, hoje é o último dia para entregar ...blablablabla... não há forma de chamar aí um técnico que resolva isso?
- Ah, pois... isso é um bug do sistema.
- Sim, mas e técnicos, não há?
- Pois pois, mas isso é de certeza um bug do sistema...
- Ok, já se percebeu, mas chame lá aí o técnico que isto já aconteceu a outras pessoas de certeza...
- Mas isto já são quase horas de fecho, o técnico já não cá está...
- Então mas no site o vosso horário é até às 19h30m...
- Pois, isso é um bug do sistema...
- E são 18h50m!!!
- ....
Um bug, dizia ela.
Nitidamente um daqueles casos em que a D. Arménia tinha aprendido uma palavra nova e estava a adorar repeti-la, mesmo que já não fizesse sentido.
Bom, a coisa lá se resolveu, não por causa da ajuda da D. Arménia nem suas compinchas, mas através do sangue suor e muitas lágrimas do (grande) autor.
No final da odisseia, a D. Arménia ainda suspirou um "Então boa tarde... e boa sorte!"
E pronts.
Um gajo sabe que está entregue aos bichos quando até o funcionário que o "Estado" coloca à disposição do cidadão para o ajudar lhe deseja boa sorte.
"Boa sorte" é o mesmo que um "epá tás mesmo f..., mas eu não posso, nem sei e, principalmente, não quero fazer nada para te ajudar."
Obrigado, serviço público.
E obrigado, D. Arménia.
quinta-feira, setembro 10, 2009
Verdade Universal do Momento
Sempre que um gajo espirrar, haverá outro gajo que, desde que esteja num raio de 25 metros, vai dizer a piadola:
- Ai a Gripe A... eheh.
.
- Ai a Gripe A... eheh.
.
quarta-feira, setembro 09, 2009
Lençol de Guardanapo
Teve o (grande) autor a sorte de ir ver hoje a estreia de "A Febre", no Teatro Aberto.
Monólogo maravilhoso, interpretado por João Reis, que desde os tempos longínquos de lá do Norte se vem revelando o melhor actor português da sua geração.
Palavra de honra.
O texto também é muito bom, revela as diferenças em que a sociedade (des)humana se baseia.
Sim, porque na vida, tal como na peça, o pior cego é o que não quer ver.
Ah, já agora, não custa nada ajudar quem merece:
As sessões decorrem no Teatro Aberto às 21:30, de quarta-feira a sábado, e às 16:00, aos domingos.
Monólogo maravilhoso, interpretado por João Reis, que desde os tempos longínquos de lá do Norte se vem revelando o melhor actor português da sua geração.
Palavra de honra.
O texto também é muito bom, revela as diferenças em que a sociedade (des)humana se baseia.
Sim, porque na vida, tal como na peça, o pior cego é o que não quer ver.
Ah, já agora, não custa nada ajudar quem merece:
As sessões decorrem no Teatro Aberto às 21:30, de quarta-feira a sábado, e às 16:00, aos domingos.
segunda-feira, setembro 07, 2009
Avante! (mas com extra queijo)
Alguém consegue explicar como é que é possível que na festa do Avante! houvesse uma barraquinha da Telepizza?
Será porque a marca usa também a cor vermelha?
.
Será porque a marca usa também a cor vermelha?
.
quarta-feira, setembro 02, 2009
Subscrever:
Mensagens (Atom)




