domingo, abril 27, 2008

O Colega Egípcio

Como dito anteriormente, lá na loja onde agora trabalha sextas e sábados das 14h às 22h, o (grande) autor tem um coleguinha egípcio.
Este coleguinha, muito simpático, prima pela diversão.
Pela diversão própria e alheia, entenda-se.
Própria, pois está constantemente a rir, por tudo e por nada e deve-se divertir imenso sozinho.
O homem ri, sorri, ri, sorri, parece que tem um freezbee enfiado na boca.
Alheia, porque faz tanta merda dentro da loja que só dá para rir.
Assim, numa passada jornada, o (grande) autor tentou fazer uma piadola ao melhor estilo malucos do riso.
Dizia assim o egípcio:
- Este espaço vai ter de ficar vazio, porque daqui a umas semanas vem para aqui um costureiro fazer arranjos na hora.

Há que explicar que, na língua utilizada na Barcilónia, costureiro diz-se (foneticamente) "cusstutêru".
Assim, o vosso lojista preferido agarra e solta a seguinte pérola, em castellano:
- Eheheh, um cussturêru?... queres ver que é o Kusturica?

E pela primeira vez na egípcia vida, saltou-lhe o freezbee da boca.
O chavalo fechou a boca, olhou para o herman de serviço e "hein?".
Oh pá, caga nisso, passa-me aí essa camisa.

quarta-feira, abril 23, 2008

Últimas da Barcilónia

Primeiro que tudo, há que salientar que o (grande) autor não cometeu o acto de falecer.
Tal o provam estas linhas.
Bom, nada provam, dado que alguém se poderia ter apoderado da senha-passe (que granda palavra) do mestre e escrito isto.
O que não sucedeu.
Felizmente, dado que aí a incógnita sobre se o (grande) tinha cometido tal acto todavia manter-se-ia.
Bom, façamos um resumo dos últimos dias antes que o leitor adormeça.
Vamos por tópicos, que mais adiante serão desenvolvidos.
Para infortúnio do leitor, claro.

Pontnumarum (que significa primeiro que tudo, em latim)
Daqui a 3 dias está um documentário pronto a sair do forno.
Do forno porque a sala de montagem é um forno.
E cheira bem, cheira a homem.

Pontnumarudois (já perceberam, não já?)
O vosso mais-que-tudo começou a trabalhar numa loja de roupa.
Ui, isto vai dar pano para mangas. Literalmente.
Começa com o facto de ter um coleguinha egípcio que mal fala castellano.
Aguardem.

Pontumarutrês
Vai haver uma alteração de residência forçada.
Os colegas de casa vão para Berlim fazer "sabdeuzuquê" (uma espécie de malabarismo mas com vidros partidos).
A ideia do chefe era ficar com a casa para si.
Porém, a especulação imobiliária da Barcilónia não permitiu porque o recurso à prostituição para pagar renda ainda não é uma opção.
A especu, para os amigos, é muito odiada por aqui.
Uma espécie de ASAE da Catalunya, mas sem andar de máscaras na feira do relógio a prender ciganos nem a fechar tasquinhas que nunca mataram ninguém e querem cromos pokemon para as suas filhas.

Pontumarucatre
As aulas de Português continuam a correr bem, mas o stock de asneiras está a acabar, se alguém tiver sugestões não hesite.

Pontunumarucinque
Agora, todas as semanas há um joguinho de FUT7 entre a malta.
Mas isso não interessa nada, de facto.

Bueno, mais adiante desenvolver-se-ão os tópicos, quando o vento lhe der de Sueste.
Para infortúnio do leitor, claro.

quinta-feira, abril 10, 2008

Aulas na Barcilónia

Outro impensável sucede, enquanto falamos (péssima tradução de "as we speak").
Depois de andar por aí nu a filmar outros nus, o (grande) autor enveredou agora por um caminho temido por muitos e detestado por alguns.
O (grande) autor está a ... leccionar.
A dar aulas, a espalhar a sua magia instrutiva.
Pois é, numa empresa onde os empregados podem escolher que outras línguas querem aprender, houve 4 pessoas que escolheram o Português.
Uma peruana, um mexicano, uma polaca e um espanhol.
Como tal, desde há uns dias que os coitados têm aprendido os números, os dias da semana, os meses do ano, como se pede uma cerveja num bar, como se pede lume, como se pergunta o preço de um serviço prestado por uma senhora da vida, etc...
O básico, portanto.
Resumindo, dentro em breve chegarão ao nosso país uns indivíduos que falarão apenas por intermédio de palavrões e confundirão água com vodka, óleo fula com detergente para a louça, canetas com cigarros, notas de 5€ com talões de supermercado, etc...
Por favor ajudem-nos, pois foram vítimas do (grande) professor.

E escusado será dizer que o primeiro a tocar sequer no telemóvel no meio da aula, viu o mesmo a voar pela sala, indo de encontro à sua própria cabeça.
Porque isto não é o da Joana.
Nem o da Carolina Michaëlis.

domingo, abril 06, 2008

Barcilónia Beach

Ontem foi o (grande) autor pela primeira vez molhar os pés no Mediterrâneo.
Com um Sol convidativo e um vento tipo-guincho, a praia foi o local escolhido para a proeza.
Já na mesma, comprovou-se que a qualidade dos serviços prestados no local são bem melhores e mais diversificados do que em Portugal.
Na nossa terra temos os senhores Olá ou as senhoras que vendem bolinhos, bolas-de-berlim e diarreias, por vezes.
(Supondo-se que agora terão sido exterminados pelo monstro-ASAE.)
Por estas bandas, dado que o monstro-ASAE ainda não cruza fronteiras, esse tipo de repressão não existe, dando possibilidades a todo o tipo de comércio.
E do bom, com montes de creme por cima.
Assim, naquela praia, de 10 em 10 segundos aparecia um paki (nome dado aos paquistaneses que vendem cervejas pelas ruas, durante a noite) formulando a sua célebre questão, para o ar:
- Cervezabeer, amigo?
Perfeito, não?
Para juntar à festa, com menos frequência surgia um outro tipo de paki, este do género vendedor-de-coco.
Sim, aparecia com um coador de cozinha, segurando-o através de um cordel que lhe dava aspecto de balança, cheio de coco já partidinho e pronto a manjar.
Para finalizar em beleza, de tempos a tempos emergia uma senhora a perguntar se alguém estaria interessado numa massagem.
De origem não tailandesa, a miss universo faz uma massagem no local, em cima da própria toalha do veraneante.

Yo no creo en brujas, pelo que l'ASAE, l'ASAE.

terça-feira, abril 01, 2008

Tou-te a ver Barcilónico

Em Outubro, quando começou o master, nunca pensava o (grande) autor que as coisas se desenrolassem desta forma.
No último sábado o impensável aconteceu.
A equipa de filmagens esteve como veio ao mundo (mas com os previdentes chanatos) enquanto filmava um grupo de naturistas numa piscina.
Os membros desse grupo concentram-se todos os sábados das 21h às 23h nas piscinas olímpicas da Barcilónia para praticarem nudismo enquanto nadam, brincam, fazem sauna, banho turco, etc.
E o (grande) autor e seus muchachos, como não podia deixar de ser, lá tiraram a roupinha toda para trabalharem mais à larga.
Pode utilizar-se aqui a expressão "uma história para contar aos netos", sim senhor.
Aqui fica um comprovativo, sem identificar rabos.

segunda-feira, março 24, 2008

Paradoxos Barcilónicos

Porque nem só de alegrias e risos vive um gajo, há que salientar um aspecto tenebroso da Barcilónia.
Por estas bandas, as caixas multibanco têm trancas.
Ou seja, pode qualquer pessoa entrar na caixa multibanco e, para sua segurança, trancar-se lá dentro, até concluída a operação.
Porém, os sem-abrigo aproveitam-se deste facto para, dado que lá dentro é bem mais quentinho que cá fora, trancar-se e dormir até que venha a polícia ou que o banco abra.
Há uns que não se trancam, apenas entram, deitam os seus cartões no chão e dormem.
Outros há que até constroem as suas próprias casinhas de cartão, com os seus pacotinhos de vinho tipo Casal da Eira e os seus jornais.
Outros até têm telemóvel e falam sabe-se lá com quem, deitados no chão, como já presenciou o (grande) autor.
Mas haverá maior paradoxo?
Um gajo entrar todo contente para levantar aqueles 10 eurinhos para ir sair à noite com os amigos e deparar-se com alguém literalmente deitado ao lado da máquina (aquela que cospe dinheiro), sem sequer ter uns trocos para um colchão ou coisa que o valha?
Se não for isto que nos faz dar valor ao que temos, seja muito ou pouco, o que será?

sexta-feira, março 21, 2008

Balanço Balancete

Destas mini-férias em Lisboa, o (grande) autor realça o seguinte facto, em jeito puramente de "coitadinho".

Tal facto responde pelo nome de costela-fracturada-ou-partida-não-se-percebe-muito-bem e deu-se derivado a choque contra jogador adversário em jogo amigável de futebol de 8.
Jogo ganho pela (grande) equipa, obviamente.

Porém, há que parar para pensar no que sucederia se o dito jogo fosse a sério.
E, já agora, estaria o mestre vivo, se o adversário fosse o Fernando Aguiar?

Já entediados, perguntam ainda vocês, "mas o que é que se sente, com uma costela-fracturada-ou-partida-não-se-percebe-muito-bem?"

Que boa pergunta, sim senhor.
Bom, digamos que espirrar e rir às gargalhadas deixam de ser situações bem recebidas.
Espirrar, principalmente.
Um simples santinho já não chega, a coisa só lá vai com o spray milagroso, junto à linha lateral.

segunda-feira, março 17, 2008

Informação

O (grande) autor informa que, derivado a ter os dedos e as mãos cheias de chocolate, não consegue escrever.
Tal facto é derivado aos ovinhos e aos coelhinhos, que proliferam.
Derivadamente derivado.

quinta-feira, março 06, 2008

Para Dissipar

As dúvidas relativamente ao que seria aquele homem meio desnudo que aparece no canto inferior direito na fotografia do caixote do lixo Macgyveriano, aqui fica bem claro o que era.

O shô Burt Lancaster e a Shôdona Deborah Kerr, em "From Here To Eternity", na capa do guia de Fevereiro do British Film Institute.

Macgyver da Barcilónia

Tan tan taaan
tan tan taan

tan tan tan ta ra ra ran tán taaan


Tan tan taaan

tan tan taan
tan tan tan ta ra ra ran tán taaan


Quem não se lembra da espectacular música do genérico do Macgyver?
Só quem é surdo.
O Macgyver, aquele acerca de quem se dizia, na escola primária do (grande) autor, que sabia todos aqueles truques porque "ele já esteve na prisão!!!!".
Bom, inspirado nesse grande homem, o (grande) autor pegou num canivete (não suíço, mas do chinês) e fez um caixote do lixo a partir de um garrafão de 8(oito) litros.
Agora só lhe falta o cabelo à cavalão.


Ikea- o-caraças

quarta-feira, março 05, 2008

Fellini

Muitos de vós poderão estar a pensar que as linhas que se seguem serão sobre o realizador italiano.
Até porque o (grande) autor é todo do cinema e tal.
Mas não, por isso tirem o cavalinho da chuva.
Tanta coisa, só para poder usar esta expressão, que muito apraz o (grande) autor.

Continuando.

Um amigo do (grande) autor, brasuca, boa gente, vivia com um rapaz.
Notem o tempo verbal utilizado na frase anterior.
E porque razão mudou o brasuca de casa?
Porque o seu companheiro, além de porteiro de discoteca (ou seja, uma besta de dois por dois) tinha umas manias estranhas.
Tais como?
Bom, uma delas era a de acender os 4 bicos (desculpa) do fogão no máximo, para aquecer a casa.
E depois deixava o brinquedo ligado e ia dormir.
Porém, o quarto dele fica na outra ponta da casa e, se o fogão não aquecia nem a cozinha, muito menos o espaço do senhor.
Interessante, não acham?
Outra mania era a de encomendar muitas pizzas.
Pelo menos era o que o brasuca ouvia a partir do seu quarto.
Ouvia o sIgurança a falar com os senhores das pizzas, a pedir anchovas e afins, a executar as diligências próprias para a vinda das ditas.
No entanto, elas nunca chegavam.
Até que um dia o brasuca passou à porta do quarto do sIgurança e o viu a pedir as pizzas sem telefone e a falar sozinho com a parede.
Hhmmmm... que bom.

E porque se chama este texto "Fellini"?
Porque a discoteca onde o homem trabalha se chama Fellini.
A evitar, portanto.

terça-feira, março 04, 2008

Handyman Barcilónico

Vejam o que se pode fazer com 4 pregos e uma mesa construída a partir de pedaços apanhados da rua.
Esta é a vantagem de ter mobília grátis, podemos fazer com ela o que queremos.
Ou alguém ia espetar 4 preguinhos num móvel comprado em Paços de Ferreira?

Da esquerda para a direita:

- cabo telemóvel/computador
- cabo máquina digital/computador
- carregador mp3 e cabo mp3/computador
- carregador telemóvel

Qual Querido Mudei A Barraca qual quê.

segunda-feira, março 03, 2008

Derby Na Barcilónia

Foi o (grande) autor ver aquela merda ao bar do costume, onde um pint de Guiness custa 4,75€, 1/2 pint custa 3€, um pint de Carslberg custa 4€ e 1/2 pint custa 2,5€.
A Cruzcampo é mais barata, mas é tão má que não compensa.

Ora, com preços destes, é como se um gajo fosse ao estádio, porque o que não gasta no bilhete gasta no combustível.

E para ver aquilo, para a próxima vez fica-se em casa a jogar umas damas.

domingo, março 02, 2008

Boa Acção Barcilónica

No sábado passado, em vésperas do pior jogo alguma vez proporcionado por duas SAD's portuguesas, foi o (grande) autor dar uma voltinha noite dentro.
Numa estação de metro (onde há mesmo placards que anunciam quanto tempo falta para o próximo metro chegar) foi encontrada uma carteira de homem no chão.
Sem dinheiro, claro, tinha lá dentro algo que todos deveríamos ter, para eventualidades destas:
uma lista num papel, passada a computador, com números de telefone.
Segundo o BI, carta de condução, cartões de débito e crédito, a coisa pertencia ao Ciriaco Sanchez.
Seria Sul-Americano?
Co'a breca.
O (grande) autor, recheado de bom samaritanismo e altruísmo, decidiu ligar para um dos números existentes na lista.
Ligou então para "pepito-primo".
Sendo da família, o pepito lá deveria saber por onde andava o Ciriaco.
Passados uns telefonemas, o pepito lá ligou a dizer que o Ciriaco ligaria.
Entretanto, o grupo lá se ia deslocando pelas ruas da Barcilónia, em direcção a uma festinha em casa de uns alemães.
Já em terras alemãs, ligou o Ciriaco a dizer que queria ter um filho do (grande) autor, tal era o agradecimento pela atitude.
Indicou-se o bunker ao Ciriaco e chegou o bacano passados uns 15 minutos, a voar sabe-se lá de onde, todo sorridente.

De frisar que em España um gajo, com um cartão de débito, pode ir às compras seja onde for, que não é preciso pôr código, só mostrar o BI.
E dado que o BI estava junto aos cartões, não havia de ser difícil convencer quem quer que fosse que o Ciriaco era o padrinho do (grande) autor e que lhe tinha pedido para ir às compras por ele.
Já para não falar que há muita gente que nem sequer pede o BI...

Esse lugar lá no céu, já está aquecido?

quarta-feira, fevereiro 27, 2008

O Presente de Anos Barcilónico

Primeiro que tudo, dizer "presente" é mais fino que dizer "prenda".
Porque este é um espaço selecto e de "bom gosto", que é a nova expressão que os betos usam, para não dizer "na moda".

Bom, esta foi a PRENDA que a Joana Costa e o André Fidalgo regalaram ao (grande) autor, para que as manhãs sejam (grandes) e despertas.


De frisar que está assinada pelo Maestro.
E de notar que é de extrema beleza.
Carrega Cardozo.

segunda-feira, fevereiro 25, 2008

Oscares 2008

Finalmente os senhores da TVI mancaram-se e proibiram os senhores "comentadores" dos Oscares de falarem enquanto o Jon Stewart e seus amigos apresentavam a cena.
E finalmente perceberam que os microfones dos "comentadores" são para estar desligados enquanto os "comentadores" não estão a falar, para que não se ouça o roçar das suas camisas nos aparelhos, os barulhos intestinais e os macacos a serem tirados do nariz.
Porque o (grande) autor existe para criticar negativa e positivamente.
Porque isto não é uma rua de sentido único, caramba.

sábado, fevereiro 23, 2008

Conselheiro Cinemental - O Regresso.

E o Conselheiro Cinemental voltou... um ano depois.
Qual Stallone, qual quê.

sexta-feira, fevereiro 22, 2008

Aposta Feita Em 25 de Abril de 2007

Lembram-se os estimados leitores da aposta feita pelo (grande) autor em Abril do ano passado?

Se não, clickem aqui.

A senhora já ganhou o Cesar, o Bafta e o Globo de Ouro e, confirmando a (grande) aposta, deverá ganhar o Oscar no próximo domingo.

Porém, como o (grande) autor domina, e já que a Marion já ganhou os outros prémios todos, o Oscar irá para Ellen Page, a espectacular actriz de 20 aninhos (e muitos palminhos de cara) que protagoniza "Juno", um filme altamente recomendável.

Porque (grande) aposta, é aposta ganha.

segunda-feira, fevereiro 18, 2008

Esta-Merda-É-Para-Ler-Toda Que-Não-Custa-Assim-Tanto E-Ainda-Deu-Algum-Trabalho Embora-Não-Pareça. Alíás-O-Título-É-Que-Custou-Mais.

Recebeu o (grande) autor um desafio, pelas mãos de um colega bloguista, o lfm, dono do
  • Sítio dos Euro Cús
  • Para que o fio não se perca na meada, um gajo aceita o desafio.
    Fio, meada, desafio.
    Jogo de palavras deveras espectacular, quase tão bom como aquele passe do Beto para os pés dos jogadores do Barcelona (e que nos fez perder a eliminatória), quando tentou fintar-se a si próprio.
    Bom, sigamos o fio pela meada dentro, então.

    Deverá o (grande) autor escolher 12 palavras que sejam da sua preferência e, ao mesmo tempo, indicar 12 links para outros blogs, para que prossiga o combate.
    Ora então.

    Benfica Sem o Benfica, que seria de nós? E dos tripeiros e dos lagartos, que não teriam ninguém para odiar. Era uma seca, não podíamos ir para as tascas dizer mal do Nuno Gomes nem podíamos escrever em blogs que o Beto é uma merda e nos faz perder eliminatórias.

    Dicionário Sem os dicionários não conseguia este parvo escrever metade das frases que escreve. Era só erros e palavras utilizadas em sentidos que não faziam sentido e faziam as pessoas sentir-se sentidas. E jogos de palavras estupidificantes.

    Sexo Ouve-se tanto falar sobre isso e há tantas coisas na internétxi sobre esse evento que um dia a ver se o (grande) autor lá dá um saltinho. Será que há autocarros directos para o Sexo ou ter-se-á que mudar na Praça de Espanha?

    Benficacampeão Esta aglutinação é fundamental para que o país saia da miséria. Afinal de contas, queremos pessoas a trabalhar com um sorriso na cara ou com a cara enfiada num copo numa tasca e a dizer mal do Nuno Gomes?

    Política Pronto, estão a ver? Se não fosse o dicionário, a palavra política estaria aqui porque o vosso amigo pensava que política significava aldrabice. Aldrabice, engano, dissimulação, patranha. Tudo coisas feias. E não é isso que se quer aqui expressar.

    Internétxi Este estrangeirismo (vem do Brasileiro, não está claro?) é o futuro. E o passado e o presente. Aprende-se muito sobre esse local, o Sexo, vêem-se os videos dos golos da semana, fala-se com pessoas que estão no outro lado do mundo (ou no outro lado da casa), e ainda se pode ouvir música ou escrever estupidaria para outras pessoas lerem. Uma maravilha.

    Amor O amor é fod!do, já dizia aquele senhor que é um génio, mas que precisa de parar de escrever "crónicas" para a Maxmen, porque a está perder faculdades. Aliás, está prestes a perder uma universidade inteira.

    Mar O mar é o melhor sítio do mundo. Não há como estar nas praias da linha a engolir pirulitos enquanto um gajo faz carreirinhas apoiado em dois ou três pensos higiénicos e um saco de aspirador.

    Lua A Lua é linda. Serve para uivarmos em sua honra, agarradinhos ao nosso cão. E com 3 ou 4 litrinhos de uma substância alcoólica no bucho.

    RuiCosta Mais uma aglutinação, mas esta porque faz chorar de alegria. E porque mesmo com 72 anos há-de jogar pelo Benfica e continuará a correr mais que o (grande) autor corre nos dias de hoje. E porque não é um pesetero, como aquele que marcou aquele golo à Inglaterra, do meio do campo, só para chatear.

    Família Porque só mesmo a família é que aguenta este tipo de merdas que se vêm desenrolando há alguns parágrafos. E porque é o nosso pilar. E porque mesmo só com uma perna um gajo aguenta-se de pé. Mas nesse caso não joga à bola. Bom, só com uma perna ainda dá para fazer uma finta ao Luís Filipe e fazer com que o Nuno Gomes se atire para o chão com os braços no ar.

    Esperança Porque é o que é preciso ter quando vemos o rumo que o planeta está a tomar. E porque sem esperança não haveria betandwin nem ninguém acreditaria que o pessoal das Tertúlias Cor-de-Rosa que há pelo Mundo um dia há-de sair do horário nobre.


    E passa-se a bola a:


    quarta-feira, fevereiro 13, 2008

    Cobrador do Fraque Barcilónico

    Com a Cruz Vermelha a quase um mês de distância, estava na hora de o (grande) autor deixar de assaltar velhotas (e por elas ser espancado) e arranjar um novo meio de sustento.
    Farto de arrumar carros e ir de cabine em cabine em busca de moedas perdidas, algo novo foi encontrado.
    A partir da próxima segunda, o vosso amigo vai juntar-se ao grupo das pessoas mais odiadas no planeta (depois dos gajos da EMEL).
    Irá então desempenhar as funções de cobrador telefónico.
    Conhecem a GE Money?
    Bom, a Cofidis de certeza que conhecem.
    Pelo menos o Fernando Mendes conhece, perguntem-lhe.
    A GE é uma empresa de créditos bancários.
    Deve fazer um sucesso em Portugal, aliás.
    E o trabalho do vosso amigo será o de telefonar para as pessoas que devem dinheiro, a "pedir" que paguem.
    Imagina-se a quantidade de novas asneiras que irá aprender.
    Até porque o horário inclui trabalhar aos sábados das 9h às 16h.
    E que fazem geralmente os devedores ao sábado de manhã?
    Dormem.
    E que irá o cobrador fazer às 9h10m da manhã de sábado?
    Dormir não será.
    Assim, a partir de agora, a noite de sexta-feira será de noite-de-DVD.
    Ou então não.
    Ou então um gajo vai directo.
    Uma vez tuga, sempre tuga.
     
    origem