segunda-feira, setembro 08, 2008

It's the Madonne, baby.

"Abrir restaurante ou montar quiosque é menos rentável que vender bilhetes para o concerto daquela nossa senhora virgem, a Madonna." in 22horas

Pois é, este é um novo negócio, uma espécie de trabalho em part-time, para ganhar uns trocos para o Verão de São Martinho, que está quase aí.
De um universo de 3 amigos, 7 já tentaram vender um bilhete para o espectáculo ao (grande) autor.
Mas sempre de 150€ para cima.
Ora, o (grande) autor até simpatiza com a senhora e até jantaria com ela, mas não paga o preço de um bilhete de época do Glorioso para ver uma ícone da Pop a falar para um microfone durante um par de horas.
Se ainda se tratasse de um concerto só para a elite, na academia de Linda-a-Velha ou na Incrível Almadense, agora um concerto para o povão...
Até porque se formos considerar os espectáculos (??) proporcionados anteriormente no mesmo espaço, que envolveram o mesmo tipo de ícones da Pop, pode ser que a senhora Madonna venha para o palco fazer de mimo, alcoolizada e de cabelo rapado, enquanto canta em playback e snifa umas linhas laterais do estádio do dragaum.
Mas, desde que venha, um gajo aplaude e diz que adorou e que foi maravilhoso e que valeu os 150 marmelos atravessados no bucho e que ela 'tá novíssima e que inveja.
Porque se é da Pop não é flop.
São poetas de karaoke. *







*in Sam the Kid - Poetas de karaoke.

1 comentário:

lightningraph disse...

Podes crer, ver a Ma(n)donna e pagar, ainda por cima, é como defecar e limpar o traseiro no alcatrão!! Doi muito, e não fica bem limpo.

Poeta de WC

 
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